Networking bases de desenvolvimento de um bom trabalho

Networking é uma das bases do desenvolvimento de um bom trabalho. É recomendado que todos os profissionais mantenham-se altamente desejados pelas empresas devem além de estarem constantemente atualizados, possuírem uma boa experiência profissional também devem procurar ter e administrar uma boa rede de contatos profissionais. 

Porém, como desenvolver este trabalho? Devo dar o meu cartão ou esperar que o outro ofereça o dele a mim? Como se cultiva os relacionamentos? Posso usar o nome de um conhecido para me aproximar de alguém? Como solicito ajuda para falar com uma pessoa influente?

A diferença entre uma rede de relacionamentos e uma agenda com diversos números telefônicos está na maneira em que estes contatos são mantidos durante os anos que se passam. Saber manter um bom contato profissional com estas pessoas pode render muitos frutos profissionais para ambas as partes.

Com uma linguagem acessível e bem objetiva, o livro Superdicas de networking para a sua vida pessoal e profissional mostra que o networking não é um instrumento útil apenas na hora de conseguir um novo trabalho, mas uma prática constante que deve ser trabalhada também para a obtenção de relacionamentos sinceros com as pessoas.
 
Nesta obra, o autor José Augusto Minarelli apresenta sessenta dicas certeiras que respondem essas e outras perguntas e indicam o que é necessário não só para formar uma sólida rede de relacionamentos como também para mantê-la, pois de nada adianta agregar contatos e não cultivá-los.
 
Sobre o autor:
José Augusto Minarelli é fundador e presidente da Lens & Menarelli Associados. Graduado pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), membro da Career Partners International, conselheiro vitalício da ABRH-SP e membro do Conselho de Administração do Centro de Integração Empresa Escola (Ciee). Como professor universitário, foi pioneiro ao implantar em São Paulo , o curso de graduação em Treinamento.
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Marketing feminino

Por Marcos Morita
O dia 8 de março pode ser representado por uma mulher emancipada, independente, realizada e madura, completando 35 anos de vida. A data, instituída em 1975 pela ONU, teve como objetivo lembrar ao mundo suas lutas contra a violência e a discriminação. Apesar do avanço inegável, alguns países parecem ainda estar em 1857, ano em que uma fábrica de tecidos norte-americana foi incendiada para calar a voz de mais de 130 tecelãs que reivindicavam melhores condições de trabalho e equiparação de salário com os homens.

Felizmente não pertencemos mais a este grupo, assim como as discussões entre as diferenças dos sexos já não são tão acaloradas. Sabemos que os homens das cavernas partiam para caça, enquanto as mulheres guardavam e zelavam a cria e o lar. Mesmo assim, protegemos e falamos de maneira mais carinhosa com bebês vestidos de cor-de-rosa. Criamos filhos e filhas com enfoques diferenciados.
Homens têm cromossomos x e mulheres y. Competitividade, excesso de confiança e espírito de aventura no primeiro caso. Proteção, abrigo e nutrição no segundo. Talvez por isso meninos tenham brincadeiras agressivas e competitivas, gostem de filmes de aventura e vídeo games de ação, enquanto meninas brincam de papai e mamãe, adoram bonecas e se deliciam com filmes românticos.
A mulher utiliza os dois lados do cérebro ao invés do direito apenas. Há também mais conexões através dos dendritos, possibilitando maior capacidade de pensar holisticamente e expressar suas emoções. Tente discutir com sua esposa ou namorada e comprove o número de palavras por minuto, as histórias resgatadas do fundo do baú e a facilidade em transformar sentimentos em lágrimas.
Com o crescimento do poder de compra, as mulheres não mais influenciam as decisões nas unidades familiares. Preferem ir direto ao consumo. Carros e apartamentos substituíram roupas, compras de supermercado e educação dos filhos. Perdidas estão as empresas e profissionais de marketing que ainda tratam as mulheres como um mercado em ascensão. Hoje elas são o mercado.
Há ainda alguns nichos que podem ser explorados. O advento da internet, a queda brutal nos custos das comunicações e a globalização, possibilitaram que grupos anteriormente excluídos pelas empresas pudessem se tornar comercialmente interessantes. O pesquisador americano Mark Penn utilizou o termo microtendências para defini-los.
Segundo Penn, microtendências são pequenas forças imperceptíveis que podem envolver até 1% da população, moldando a sociedade de forma irreversível. Considerando uma população de aproximadamente 100 milhões de brasileiras, teríamos um mercado nada desprezível de um milhão de consumidoras esperando para terem suas necessidades atendidas. Vejamos algumas.
Solteiras demais: creio que já tenha discutido com sua esposa ou família, o fato de alguma prima ou conhecida ter ficado para a titia. Inteligentes, bonitas e com bons empregos, seriam partidões caso tivessem nascidos com outro cromossomo. O comportamento agressivo na juventude e os casais homossexuais em maior número pendem a balança para o lado das mulheres.
Tigresas: apesar do ar de reprovação de algumas pessoas, é fato que o número de mulheres mais velhas namorando homens mais jovens vem aumentando. Artistas e socialites cujas vidas são escarafunchadas são os exemplos mais visíveis. A independência financeira e sexual conquistada pelas gerações anteriores tem feito que mulheres maduras optem pelo divórcio.
Mulheres prolixas: as mulheres têm demonstrado aptidão em áreas que exigem o uso da palavra escrita ou oral. Algumas profissões estão se tornando redutos femininos. Cursos de jornalismo, direito e propaganda são bons exemplos. Apresentadoras, advogadas, juízas, deputadas, prefeitas, governadoras e quem sabe até a próxima presidenta, comprovam o sucesso feminino quando o assunto são palavras.
Utilizaria o termo oportunidade caso tivesse que resumir esta data em apenas uma palavra. Os especialistas em mulheres e seus comportamentos de compra têm hoje apenas uma foto do presente e a história escrita do passado. As microtendências provam que ainda há muito a avançar neste intrincado terreno que é o cérebro feminino. Mãos à obra, homens!
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Os fundamento dos títulos e subtítulos no texto para web

Títulos e subtítulos dos  textos online têm uma função muito importante, eles devem ser capazes de resumir o máximo de informação em poucas palavras. Essa é uma diferença crucial em relação aos veículos impressos, que geralmente têm os títulos como teasers, ou seja, chamadas que aguçam a curiosidade do leitor, mas não passam a informação.
No vídeo que segue abaixo (em inglês)Rocky Lewis, uma profissional americana com longa experiência em textos para diferentes plataformas, explica que o erro mais praticado por quem escreve para web está nos títulos.


Quando um webwritter escreve, ele deve facilitar ao máximo a leitura e produzir um texto escaneável. Tudo isso porque mais de 76% das pessoas que leem pela Internet apenas passam o olho na informação.
Vou usar aqui um exemplo de um jornal da minha cidade. A matéria foi praticamente copiada da versão impressa. Para quem lê pela  Internet fica muito cansativo. O título informa pouco e o texto segue sem subtítulos e quebras. Uma pena, porque a matéria é boa.

Gosto muito da maneira como a folha online posta os textos. Geralmente os parágrafos são curtos e um subtítulo divide a matéria.

E como o texto para web precisa ser curto, é melhor ficar por aqui!
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O boom dos celulares. As empresas estão preparadas?

Uma recente pesquisa mostra que 70% dos brasileiros pretendem comprar ou trocar o aparelho de celular nos próximos meses. Com tamanha demanda, o professor Marcos Morita, especialistas em planejamento estratégico e marketing, reflete sobre o preparo das empresas e seus canais para atender os consumidores a contento.

Por Marcos Morita
Um levantamento realizado pela empresa de pesquisa TNS Research International, aponta que 70% dos brasileiros pretendem comprar ou trocar de aparelho celular nos próximos seis meses. Um volume de negócios bastante expressivo, considerando-se a população estimada de 192.5 milhões de habitantes e o gasto médio de U$ 294 dólares por aparelho, conforme pesquisa da mesma agência.
Trago outros números que impressionam. O total de celulares habilitados no país ou base instalada, já atinge 174 milhões. Divida-a agora pela população estimada e chegará ao critério conhecido como densidade. Pasme! Nove em cada dez brasileiros já possuem celular. Em cinco estados, há mais aparelhos que habitantes. As adições líquidas em 2008 atingiram 23 milhões de novos usuários.
Uma rápida análise demonstra que as oportunidades estarão no mercado de reposição e na oferta de novas tecnologias. Smartphones, aplicativos e banda larga 3G serão os hits para 2010. Novos produtos e serviços para uma indústria que atingiu sua maturidade em pouco mais de uma década.
Mercados maduros se caracterizam pelo acirramento da concorrência, aumento nas barreiras de entrada e consumidores mais exigentes. O foco passa à retenção de clientes. Iniciativas como lançamento de produtos, aumento na oferta de serviços e melhorias no atendimento são adotadas pelas empresas.
Perplexidade, frustração e impotência apontam que o elo frágil da cadeia está no atendimento. Quem já tentou portar ou cancelar seu número, desbloquear o aparelho ou suspender algum serviço, certamente já se deparou com pelo menos um destes sentimentos. Os rankings dos órgãos de defesa do consumidor e sites de reclamações confirmam a hipótese.
A teoria de marketing apregoa a utilização dos serviços suplementares, cujos objetivos são facilitar a utilização e entrega dos serviços e oferecer valor adicional aos clientes. O passo inicial consiste na elaboração de um fluxograma detalhado da operação, verificando os gargalos e possibilidades de melhoria.
Os serviços suplementares de facilitação formam o primeiro grupo. Básicos, necessários e óbvios, porém muitas vezes relegados pelas empresas. Informações, tomadas de pedido, faturas e pagamentos formam seu conjunto.
A falta ou desencontro de informações é uma das falhas mais grosseiras. Características do serviço, formas de pagamento, restrições, ofertas e promoções devem estar disponíveis em todos os canais em que a empresa atua - site, lojas próprias, franqueados, agentes, representantes e na ponta da língua do pessoal de frente. Crie um canal de comunicação com os funcionários e parceiros com discurso alinhado.
As tecnologias disponíveis têm um papel fundamental na tomada do pedido, o qual deve ser rápido e acurado. As irritantes filas e esperas podem ser minimizadas através de agendamento, informatização e totens de auto-atendimento. Diversas empresas têm aumentado o poder do cliente, deixando-o que faça parte do trabalho por conta própria. Empresas aéreas utilizam com maestria esta estratégia.
Atire a primeira pedra quem nunca se irritou com um extrato ou fatura confusa. Algumas empresas parecem que adotam o princípio: para quê simplificar se podemos complicar. Crie alguns modelos e consulte seus clientes, verificando o formato mais adequado as suas necessidades. Você só tem a ganhar com uma maior transparência na prestação de contas.
Coloque por escrito os pagamentos a serem efetuados. Evite planos mirabolantes de descontos ou condições de utilização, prefira o simples. Nada mais deselegante que discutir com seu cliente sobre um débito desconhecido ou um detalhe do plano que tenha passado despercebido.
O segundo grupo é composto pelos serviços de ampliação: consultoria, hospitalidade, proteção e exceções. Quem já experimentou sabe o quão bom é ser bem tratado. Ter seu pedido especial ou exceção atendida, ser chamado pelo nome, receber um mimo no dia de seu aniversário, contar com instalações confortáveis e limpas quando a espera é inevitável.
Empresas com altos índices de satisfação e retenção de clientes utilizam estratégias de ampliação sempre que possível. Chegar lá é um processo longo, que requer disciplina e consistência. Só após a correção dos erros básicos, aprimorando os serviços de facilitação é que uma companhia pode então diferenciar-se pelos serviços prestados. O jeito é torcer e aguardar, sentado de preferência.
Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.
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Caso Toyota: como gerenciar crises

O recente recall anunciado pela Toyota inspirou o professor Marcos Morita a elaborar um artigo sobre gerenciamento de crises. Ele dá algumas dicas para identificar e conter uma crise de imagem empresarial.


Por Marcos Morita
Os recentes recalls promovidos pela Toyota atingiram o pilar mestre da montadora, cuja história foi construída em torno da qualidade total e do sistema homônimo, denominado produção enxuta ou lean manufacturing. Introduzido a partir do final da segunda guerra mundial, tinha como objetivos aumentar a produtividade da indústria japonesa e o estereótipo de produto ruim.

Com o passar das décadas, termos como kanban e just-in-time foram introduzidos ao vocabulário de consultores e especialistas ao redor do mundo. A moda era produzir em pequenos lotes através de funcionários multifuncionais. Evitar desperdícios e estoques tornou-se obsessão. Ao contrário do que pregaram um dia Taylor, Fayol e Ford, pais da produção em massa e especialização da mão-de-obra.

O problema

Hoje cerca de 2,4 milhões de usuários americanos, europeus e chineses não sabem se podem utilizar seus carros. O pedal do acelerador pode travar, provocando acidentes. Os brasileiros podem respirar aliviados, uma vez que os modelos que rodam por aqui – produzidos em Indaiatuba ou importados do Japão - não foram afetados. O mesmo não se pode dizer da marca.

Um incidente destas proporções afeta não somente a empresa, mas consumidores, investidores, fornecedores e canais de distribuição. Os números comprovam. 

Consequências

Os preços das ações caíram 14% desde o anúncio do recall, corroendo o valor de mercado da empresa em U$ 21 bilhões. O que dizer das 1.234 concessionárias americanas? Especialistas apontam perdas de U$ 2,47 bilhões de dólares com a queda nas vendas de carros novos e usados. Ford e GM estão oferecendo mil dólares aos proprietários de veículos Toyota que migrarem de marca.

Apesar dos aspectos negativos de um recall, um bom gerenciamento pode diminuir seus impactos. Encontrei um interessante artigo – “Planning for and implementing a product recall” escrito pelos especialistas, David J. Wix e Peter J. Mone, os quais apresentam uma série de dicas interessantes.

Com a globalização e o aumento na complexidade das operações, diversas empresas têm atuado em centenas de países com milhares de parceiros. Num cenário como este é praticamente certo que um dia haverá algum tipo de problema a ser contornado. Desta maneira, torna-se imperativo um plano de ação global, o qual contemple:

- A criação e o treinamento de uma equipe multidisciplinar para o assunto;
- Os passos para comunicar consumidores, distribuidores, revendedores e parceiros;
- Procedimentos necessários para alertar as autoridades governamentais envolvidas;
- O rastreamento dos produtos na cadeia de distribuição - da produção ao consumidor.
Esteja atento sempre

O alarme de um possível recall pode vir de diversas fontes. Consumidores, revendedores, distribuidores e funcionários. Não subestime nenhuma informação. Investigue, avalie e levante os riscos potenciais de forma rápida. Velocidade é crucial neste momento para mitigar boatos. Com o poder das redes sociais, acredito que consiga visualizar os possíveis estragos.

Prepare uma mensagem única evitando informações desencontradas, comum em momentos de pânico. O importante é que seja clara, não deixando margens para dúvidas ou questionamentos. Informe rapidamente o mercado, adotando uma postura pró-ativa. Telefonemas, e-mails, visitas ou informes publicitários em jornais ou televisão, dependendo do número de clientes afetados.


Comunicação

Conserte, retire ou substitua os produtos afetados. Crie um espaço na web, disponibilize posições de atendimento. Faça acordos com seus parceiros, caso necessite utilizá-los. O processo deve ser simples, fácil e rápido. Não há nada pior neste momento que a falta de informações e o jogo de empurra.

Infelizmente problemas deste tipo não ocorrem somente com grandes corporações. Visualize a empresa em que trabalha ou da qual é proprietário. Quantos produtos ou serviços poderiam expor seus clientes a situações limite? Perda de banco de dados, vazamento de informações, atraso nas entregas, roubos e fraudes. Lembra do caso ENEM? Como já dizia o velho ditado: é melhor prevenir que remediar.
Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.
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Varejo online irá crescer

Hoje vamos apenas postar uma matéria que encontramos. Mas fica o recado para as empresas que ainda não aceitaram a realidade do comércio online.

Varejo online deverá crescer quase 10% ao ano nos EUA
20/01/2010


As vendas pela internet nos Estados Unidos deverão voltar a crescer em 2010 e alcançarão em 2011 uma expansão de dois dígitos, de acordo com estimativas da eMarketer. Para a consultoria, as vendas deverão chegar a US$ 189 bilhões em 2013, com uma expansão média anual de 9,56% nos próximos quatro anos. Para a empresa, em 2009 as vendas ficaram em US$ 131,4 bilhões, 0,7% menos que em 2008, mas deverão avançar 7,5% nos próximos 12 meses, para US$ 141,3 bilhões. Os números da eMarketer não incluem gastos online com viagens, downloads e ingressos para eventos.


Fonte: Mercado e Consumo
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Internet pra eles e pra elas

Você sabe com quem está falando?

Em um artigo intitulado A Comunicação Mediada Sob a Ótica dos Gêneros: Percepção e Preferências no Ambiente Online, Renata Baldanza, Nelsio de Abreu e Alcides de Araújo divulgam uma pesquisa na qual ressaltam as diferentes escolhas de homens e mulheres na internet. E chegam a conclusão de que quando usuários navegam pelo ciberespaço, entre páginas de relacionamentos, redes sociais, etc. esperam que a comunicação online supra suas necessidades e respeite suas especificidades cognitivas, biológicas e subjetivas.

Essa reflexão deve ser levada em conta principalmente pelos profissionais responsáveis pela criação de portais e sites, pois o conhecimento das particularidades de percepções, desejos e opiniões de homens e mulheres podem direcionar de forma mais eficaz a comunicação.

A pesquisa realizada mostra que quando as pessoas são questionadas sobre o foco dos sites, a maioria (60,4%) tem a percepção de que são voltados para ambos os sexos. Entretanto um grande volume de respondentes (36,8%) afirma não perceber nenhum enfoque. Portanto, das respostas consideradas válidas, cerca de 97,2 % dos pesquisados detectam que não há nenhum tipo de direcionamento. Isso pode demonstrar que, de maneira geral, ou os sites realmente ainda não trabalham efetivamente sua comunicação direcionada ao gênero de seu público-alvo, ou que possíveis direcionamentos ainda estão frágeis à percepção dos usuários.

Características marcantes de cada gênero:

- Mulheres percebem mais detalhes, por isso campanhas devem ser mais motivacionais e com mais detalhes;
- Informações para os homens precisam ser necessariamente mais condensadas. Quando se trata de propaganda, os homens tendem à simplicidade na abordagem, que lhes permita perceber e registrar.
- Homens se embaraçam nos sites com diversas imagens e dispersam sua atenção.
- Mulheres não se conformam com ausência de ícones que facilitem a usabilidade da internet.
- A primeira coisa que homens e mulheres olham é a página em geral e logo em seguida passam para outra. Apenas 1% afirmou olhar primeiro as imagens coloridas;
- Mulheres são mais exigentes em relação aos elementos contidos na página;
- Mulheres são melhores para segmentar cores, tanto de links quanto dos fundos;
- Homens separam melhor tipos de letras e detalhes de informação e imagem.
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Feliz ano novo

Depois de um ano de muito trabalho, é hora de renovar as energias para começar 2010 com ideias novas e muita dedicação. Agradecemos a todos que de alguma forma ajudaram a construir a história da Ello. Um próspero ano novo para todos!
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Ouvindo o que falam da sua marca

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Cuidados na prática do webwriting


As novas tecnologias da comunicação trouxeram diversas novidades, entre elas está o surgimento de profissionais especializados no fornecimento de conteúdo para a Internet, os webwritters.  Mas no que eles se diferem de jornalistas, escritores, colunistas e repórteres dos meios de comunicação tradicionais?

Obviamente esse tipo de trabalho pode ser feito pelos profissionais citados acima, mas é preciso ter em mente que a Internet tem as suas características e audiências próprias e por isso exige cuidados específicos.

Páginas na internet não são lidas por completo

Diversos estudos comprovam que apenas 16% dos visitantes de uma página leem todas as informações. No geral, o internauta tende a escanear o conteúdo em busca do que realmente o interessa. Por isso o webwritter deve adotar algumas estratégias na hora de escrever como:

- Utilizar de parágrafos curtos;
- Usar marcadores;
- Destacar palavras ou frases importantes;
- Escrever títulos e subtítulos chamativos.

Leitores estão sempre ocupados

Um dos desafios de quem escreve para Internet é chamar a atenção dos Internautas, que geralmente dividem o seu tempo entre diferentes sites, mensagens instantâneas, Orkut, Facebook, Twitter e muitos outros. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de produzir um texto, muitos erros, falta de coesão e coerência fazem com que rapidamento o leitor desista de ler a informação. Afinal, sempre existem coisas interessantes para fazer no mundo Web, então não dê motivos para isso.
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