Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

#Intercon 2009


Pelo sexto ano consecutivo foi realizado em São Paulo, no dia 7 de novembro, o iMaster Intercon, Congresso Internacional de Tecnologia da Informação. Sabendo da importância desse assunto no mundo empresarial, a Ello Comunicação marcou presença e compartilha as impressões de quem esteve lá pela primeira vez.

O Intercon primeiramente surpreende pela quantidade de informações fornecidas em apenas um dia. As palestras têm uma características interessante, são todas curtas e divididas em três ambientes: Business, Tecnologia, Criação e Inovação. Em cada um deles foi possível ouvir nomes de peso falando sobre casos que deram certo, tendências futuras e, principalmente, levando a muitas reflexões sobre o impacto das novas tecnologias da informação nas empresas e na sociedade.

O que trouxemos de bom?
Ambiente Business

Infelizmente, pelo fato de tudo acontecer concomitantemente não foi possível estar presente em todas as palestras, por isso optamos por começar pelo Ambiente Business, que estava sob a curadoria de Gil Giardelli, as explanações ficaram por conta do Marcelo Coutinho,do IBOPE Inteligência, do Carlos Nepomuceno, do Instituto de Inteligência Coletiva, e de Sérgio Amadeu, da Cásper Líbero.

Conclusões das três palestras:
- A sua empresa precisa valorizar a produção de informação e conteúdo, pois os sites mais acessados são aqueles que estão sendo constantemente atualizados. Os mais acessados no mundo são: Google, Yahoo, Facebook e o Youtube.
- Plataformas opensources têm mais adesão.
- A liberdade na internet deve ser valorizada, pois a base da criatividade é a liberdade.
- Inove. É preciso parar de pensar em produzir somente conteúdo, é preciso pensar em protocolos e softwares.
- É preciso acordar para o fato de que tudo que fazemos digitalmente hoje, já existia em outras plataformas. antigamente. Jesus Cristo já Twittava e começou com 12 seguidores (piada feita por Carlos Nepomuceno e aplaudida pelo público).

Ambiente Criação e Inovação
Depois foi a vez de conferir o Ambiente Criação e Inovação, que estava sob a curadoria de Raphael Vasconcellos, da Agência Click, e de Luli Radfahrer, da USP.O local já chamava a atenção pelo formato arena, que tornava tudo mais interessante e fácil de visualizar.


O que ficou muito evidente nas discussões desse ambiente foi a questão da colaboração. Fábio Sasso, do Abeduzeedo e webdesigner respeitado internacionalmente, mostrou como o fato de permitir o download gratuito das suas criações e  mostrar todo o processo criativo do seu trabalho, o ajudou a se firmar no mercado. No final, ainda deixou uma série de dicas que podem ser aproveitadas por todos:

- Não perca muito tempo planejando (reforçou a importância de fazer).
- Faça algo que seja útil para você, com certeza também será útil para outras pessoas.
- Priorize o conteúdo, se for bom ele vai se espalhar.
- Incentive a participação do usuário e importe-se com ele.
- Preste atenção na sua audiência, mas não faça tudo que eles pedem, entenda o comportamente deles.
- Compartilhe seu conhecimento.

Outro ponto que chamou a atenção foi ver conceitos, que antes só eram assuntos do meio acadêmico e que agora estão no mercado. Um deles é a questão das narrativas no ciberespaço, ou seja, maneiras que podemos encontrar de contar histórias pela internet. Quem ficou por conta de nos mostrar isso na prática foi Maurício Mota, da agência Os alquimistas. Hoje devemos explorar ao máximo os recursos digitais para tentar envolver o público e criar novos produtos. 

Outro assunto interessante foi a comunicação pervasiva e a internet das coisas. Você já ouviu falar? Arthur Lima, Daniel Dias e Eduardo Silva explanaram sobre como vamos chegar em um momento em que a internet estará em todo lugar e não só em plataformas como o computador. Para exemplificar eles mostraram o divertido Shit Happens, uma privada que twitta. Tudo isso  evoca a premissa de que serão dispositivos e sensores que nos conectarão ao mundo, tudo ficará online.

Uma outra lição que levamos para casa foi dada por André Monteiro, criador do Compra3, um site que dá descontos progressivos e reembolsa o consumidor. Ele destacou que estamos em um momento de empoderamento do consumidor, não dá mais para fechar os olhos para essa tendência. Esta questão foi muito bem linkada com o assunto abordado por Gilberto Alves Jr., da Amanaiê: Desenvolvimento para Social Media e internacionalização de uma startup.

Para  abordar este assunto foi preciso fazer um importante apontamento: o trabalho mudou. Pela inovação criamos as máquinas. A guerra acelerou as criações, a internet conectou computadores e a web conectou documentos. Entretanto, os usuários estão em busca de experiências que os envolvam e essa tarefa pode ser bem executada pelos aplicativos, que para Gilberto são o futuro na internet
 [ offtopic: o layout dos slides do Gilberto estavam simplesmente maravilhosos ]

Seguindo ainda na linha das mudanças, Rafael Kiso, da Focusnetwork, reforçou a importância das empresas construírem um novo capital estratégico. O cenário que vivemos agora é extramamente dinâmico e incerto e no centro  estão os consumidores, inundados de informações e escolhas. Toda esse excesso traz o sentimento de confusão, frustração e menos satisfação. Então, qual a melhor maneira de resolver esse problema? Rafael Kiso, afirma que a solução está na co-criação, um processo de inovação onde as empresas criam com os consumidores e não para eles. Isso significa entender suas necessidades, expectativas e aspirações para o futuro.

Essas foram apenas algumas das lições que tivemos a oportunidade de trazer para casa, mas sabemos que muitas outras coisas boas rolaram. Aliás, essa foi pergunta que Luli Radfahrer usou para denominar a sua palestra (O que levar para Casa?) e que simplesmente encantou toda a plateia. As questões nos levaram a refletir sobre compromissos e a importância de observar antes de inovar. Vale a pena conferir a palestra dele que está abaixo. 


Read More

Todo cidadão terá direito à conexão de um mega

Bem que poderia ser aqui, mas não. São os finlandeses que passarão a ter pelo menos 1 Mbps de conexão como direito básico legal. A meta é chegar a 100 Mbps para cada habitante já em 2015. Situada bem ao norte da Europa, a Finlândia é um dos países que adota de forma mais agressiva a política de bem estar social.

Quer saber mais? Leia no Tecnoblog.
Read More

"Twittemos" todos: redes sociais nas empresas

A tecnologia não é boa ou má em si, nem útil ou inútil. O X da questão é o que se faz com ela, para qual fim ela é o meio. O que é contado abaixo, no trecho do texto escrito pelo Jornalista e Professor Wilson da Costa Bueno foi profetizado por McLuhan, na década de 60, na obra "Os meios de comunicação como extensões do homem":


O Twitter e a derrocada do autoritarismo na comunicação

Nenhuma organização se sente confortável quando um consumidor tece críticas a ela, particularmente quando isso acontece publicamente, sobretudo tendo a mídia como caixa de ressonância. Ela sempre imagina que a sua imagem resultará arranhada, o que pode ser absolutamente verdade (mas será que ela não mereceu o puxão de orelhas?).

É razoável aceitar que, quase sempre, ao ser criticada, uma organização (ou mesmo uma pessoa) entra mesmo nessa zona de desconforto, se coloca na defensiva ou busca argumentos contrários (mas nem sempre verdadeiros) para neutralizar crítica etc. Esta postura é normal porque esse negócio de dar a outra face depois de levar uma bofetada não se aplica bem ao universo dos negócios.

(...) Há uma explicação (justificativa nunca!) para essa postura: as organizações costumam ser autoritárias simplesmente porque seus diretores (ou gestores em geral) ainda estão, em sua esmagadora maioria, amarrados a uma cultura retrógrada, dinossáurica, que encara as críticas como ameaças. Eles não conseguem perceber sinais de alerta ou mesmo sugestões brilhantes que brotam do terreno da boca ou da pena (mais recentemente da tecla) do adversário.

(...) O momento exige mudanças. As organizações precisam, por uma questão de sobrevivência, conviver com a divergência porque ela será sempre maior, tendo em vista o aumento da concorrência, a visão mais crítica dos consumidores e o avanço da legislação que tolera cada vez menos abusos (embora a Justiça seja conivente com os faltosos, vide o Senado brasileiro, paraíso de mordomos, sobrinhos, netos e mausoléus!).

(...) As empresas não estão mais, embora algumas insistam em fechar os olhos para a realidade, blindadas contra as críticas porque as redes sociais, o Twitter, o Orkut, os blogs, os grupos de discussão, passaram a ser ambiente propício para esta modalidade nova de "rádio peão"eletrônica para a qual não há controle e censura que dêem jeito. Basta não andar na linha, basta desrespeitar o consumidor, praticar o assédio moral contra funcionários (...) ou prejudicar os investidores (...) para que a comunicação máquina-a-máquina funcione a todo vapor. E o ruído silencioso das redes sociais , da comunicação eletrônica é mais devastador do que o dos megafones e carros de som tradicionais.

Não há saída: a sociedade conectada não favorece o controle, torna ineficaz a estratégia antiga (infelizmente ainda utilizada em centenas de cidades brasileiras por empresas e autoridades) de cooptar veículos de comunicação em troca de anúncios, por amizade etc ou mesmo de ameaçar jornalistas/radialistas que insistem em denunciar escândalos políticos ou econômicos.

(...) As empresas devem contemplar as críticas como sinais de alerta porque boa parte delas se origina de motivos concretos ou até da sua incompetência em estabelecer diálogo com os seus públicos de interesse. Muitas preferem monitorá-las com o objetivo de desenvolver ações de intimidação ou de cooptação (continuam acreditando que toda pessoa tem seu preço!) em vez de ouvirem com mais cuidado e respeito porque consumidores, funcionários, na maioria dos casos, apenas querem colaborar, ainda que o tom não seja em princípio cordial (o que faria você se ficasse sem telefone ou internet o dia todo e dependesse deles para fechar negócios, conversar com parentes e amigos?).

As organizações precisam recrutar pessoas, especialmente líderes autênticos (há chefes que não lideram coisa alguma e que só se impõem pela possibilidade que as empresas lhes dão de chicotear aqueles que os contestam), que estejam dispostos a esta interação com humildade, praticando, interna e externamente, uma autêntica gestão de informações e de conhecimentos.

Seremos todos piratas (no bom sentido ) no futuro, mesmo que essa realidade pareça distante neste momento. Teremos que compartilhar valores, saberes, informações, conhecimentos se quisermos sobreviver em paz.

Até que isso aconteça, o negócio é resistir ao autoritarismo (o exemplo de Honduras indica que as ditaduras são cada vez menos toleráveis) de chefias, de empresas, de governos. Contra a censura, a auto-censura e o grito, usaremos o sarcasmo, a ironia, a conversa ao pé do fogo. Contra Davos o Fórum Social. Contra latifúndios (na agricultura e na mente), lançaremos mão da nossa opinião diversa, avessa à transgenia cultural e defenderemos, com veemência, a bio e a sociodiversidade.

(...) Twitter, Orkut, "rádio peão" e blogs irreverentes serão nossas enxadas eletrônicas contra empresas e chefias autoritárias. Um dia, aquela frase hipócrita - "o funcionário é o nosso maior patrimônio " (não é, Embraer?) - deixará de ser apenas um discurso vazio que freqüenta folders e vídeos institucionais e vigorará na prática.

As organizações e governos que quiserem "pagar para ver" levarão um tranco fenomenal. Quando a utopia se transformar em realidade, não haverá espaço para ditadores ou privilegiados, em Honduras ou no Senado. E isso só acontecerá, se acreditarmos nisso e estivermos dispostos a realizar as mudanças necessárias. O Twitter, o Orkut, os portais, os blogs são a nossa nova arma. Estamos nos preparando para a luta. E você está convidado.

As novas gerações darão o golpe fatal nas empresas, governos , oligarquias e patrões que, depois de terem avançado sobre o nosso passado, ainda tentam impedir no presente que a gente construa o nosso futuro.

Twittemos todos. A verdade é filha do tempo e não da autoridade (Goeth?).


Veja mais em: www.blogdowilson.com.br
Read More

Perfil do jornalista digital exige coordenar comunidades online

O título deste post é de um artigo publicado por Christian Espinosa, assessor de mídia digital e responsável pelo site Cobertura Digital. A Ello Comunicação sabe que o perfil do comunicador mudou e por isso tenta aplicar novos conceitos em suas estratégias. Estamos no caminho, mas sabemos que ainda temos muito para aprender. Segue o artigo:

Definitivamente, o perfil do jornalista digital evolui e cada vez mais exige novos saberes. Estamos diante de um profissional que obviamente deve trazer, antes de tudo, o 'background' do jornalista de base, que domina a reportagem e a investigação de fontes. Mas isso só não basta aqui. E menos ainda agora que "a Internet terminou com a superioridade que os jornalistas tinham em relação a suas audiências".

Neste meio, o jornalista tem novas obrigações que vão desde ter cultura digital suficiente para trabalhar com uma equipe técnica, como estar em dia com toda nova ferramenta que poderá contribuir à gestão de informação.

Além disso, deve entender a natureza dos outros meios de comunicação, para saber qual formato multimídia explorar e também ter claro como utilizá-lo na Internet.

Este é um resumo adaptado dos pontos que todo jornalista digital deve saber, de acordo com um workshop de convergência de mídia onde Jean Fogel, professor da Fundación Nuevo Periodismo, atualizou as exigências aos jornalistas.

Suas novas obrigações estão com a audiência

Gerar debates: A Internet é uma mídia de participação por excelência. Seu imediatismo, facilidade de acesso e ferramentas interativas são o cenário perfeito para gerar opinião, debates e desafiar as audiências para que façam parte ativa da informação.

Coordenar comunidades online: Estar atento para a interação social na rede é fundamental para se aproximar das audiências, sintonizar com seus interesses e dar visibilidade. Saber aproveitar o potencial que as comunidades online oferecem é uma estratégia chave para manter um site dinâmico impulsionado pela energia dos usuários.

Sair do pedestal: A Internet terminou com a superioridade que os jornalistas tinham diante das audiências. Hoje esta relação é horizontal, por isso, é necessário que os jornalistas se liberem de seu ego e aprendam a entender, valorizar e aproveitar os interesses e a participação das audiências.

Obrigações com a convergência e multimídia

- Deve entender a base dos diferentes meios de comunicação: Em termos de convergência, é crucial que o jornalista saiba identificar os pontos fortes de cada mídia para saber que recursos pode aproveitar de cada um.

- Conhecer a narração multimídia: O jornalismo online exige ir muito mais além do texto. Hoje os usuários precisam de conteúdos com vídeo, fotos, infografias, downloads e links com informações relacionadas. Para isso, é necessário que os conceitos exigidos na narração multimídia estejam muito claros.

- Adaptar aos ciclos de vida da informação: O ritmo vertiginoso da Web exige que os conteúdos circulem, se complementem, se transformem, se conectem com grande rapidez e deem caminho a outros produtos mais relevantes quando necessário. É uma lógica muito diferente dos meios impressos onde a informação fica estática após ser publicada.

- Assumir o papel de autor, editor e publicar seu próprio material: A forma intuitiva como estão concebidas as ferramentas da Web e o imediatismo que este meio exige criam um cenário em que uma pessoa só pode se encarregar de todo o processo de produção de conteúdos.

Obrigações de seguimento

- Ler estatísticas de tráfego e dados dos usuários: Graças a várias ferramentas que existem na Internet, os jornalistas podem ter uma ideia clara de como seu site se comporta, quantas visitas recebe, quais são os conteúdos mais desejados, que seções e funcionalidades despertem maior interesse e participação, entre outras. Em geral, as estatísticas oferecidas por sites como Google Analytics e Alexa permitem seguir o rastro da audiência e se conectar com suas necessidades.

Obrigação de estar em dia com a cultura digital

- Saber se relacionar e dominar as equipes de desenvolvimento tecnológico: Uma das barreiras enfrentadas por jornalistas que têm algum empreendimento na Web é tratar com a equipe de engenheiros que por motivos técnicos freiam suas iniciativas. Por isso, é importante que o jornalista conheça os conceitos tecnológicos para ter argumentos na hora de solicitar um recurso ou inovação.

- Imersar-se na cultura digital 2.0 e 3.0: É imprescindível que um jornalista da Web esteja atento e participe ativamente em redes sociais, canais de informação, blogs, comunidades e saiba aproveitar as ferramentas da Web em seu trabalho diário.
Read More

Os 25 nomes a serem seguidos no Twitter

Advertising Age preparou uma lista com os nomes mais interessantes do marketing para serem seguidos na rede social

No espírito da Twitter's Follow Fridays, dia no qual os usuários sugerem pessoas interessantes para serem seguidas na rede social, Advertising Age ofereceu na última sexta-feira, 29, uma lista com pessoas dos mercados de mídia e marketing que deveriam ser seguidas pelos profissionais dessas áreas. Acompanhe:

Pete Cashmore, CEO da Mashable, blog de mídia social Follow: @mashable

Nieman Lab, Laboratório de jornalismo Nieman em Harvard Follow: @NiemanLab

John Battelle, chairman e CEO da Federated Media Follow: @johnbattelle

Jeff Lanctot, diretor de estratégia da Razorfish Follow: @lanctot

Jennifer Preston, editora de mídia social do New York Times Follow: @NYT_JenPreston

David Carr, colunista de mídia do New York Times Follow: @carr2n

Big Spaceship, Agência de criação digital Follow: @bigspaceship

Mark Cuban, proprietário da HDNet e do time de basquete Dallas Mavericks Follow: @mcuban

Paula Drum, ex-diretor de marketing da H&R Block Follow: @pauladrum

Richard Ting, vice-presidente de mobile e plataformas emergentes da R/GA Follow: @flytip

Mrinal Desai, vice-presidente de vendas da CrossLoop Follow: @mrinaldesai

David Berkowitz, diretor de mídias emergentes na 360i Follow: @dberkowitz

Amy Worley, vice-presidente de marketing da Andrews McMeel Publishing Follow: @worleygirl

Charles Arthur, editor de tecnologia no The Guardian Follow: @charlesarthur

Brad Adgate, diretor de pesquisa na Horizon Media Follow: @badgate

Brian Lam, diretor editorial da Gizmodo Follow: @blam

Jacob Harris, arquiteto de software no New York Times Follow: @harrisj

Nick Bilton, editor de design no New York Times Follow: @nickbilton

Jack Shafer, colunista de mídia Follow: @jackshafer

Dave Knox, gerente de marca da Procter&Gamble Follow: @daveknox

Chris Anderson, editor da revista Wired Follow: @chr1sa

Rishad Tobaccowala, CEO da Denuo Follow: @rishadt

Soraya Darabi, gerente de parceria, multimídia e buzz marketing do New York Times Follow: @sorayad

Sree Sreenivasan, professor da Columbia Journalism School Follow: @sreenet

Fred Wilson, sócio diretor das financeiras Flatiron Partners e Union Square Ventures Follow: @fredwilson
Read More

New York Times contrata editora de Mídias Sociais

O New York Times anunciou nesta terça-feira (26/05) a contratação da sua primeira editora de Mídias Sociais, Jennifer Preston. Ela será responsável por ensinar os profissionais da redação a utilizar ferramentas da Internet para encontrar fontes, seguir informações e notícias, entre outras funções, que até o momento não são muito claras.

Pelo seu twitter, Jennifer tem conversado com usuários, recebendo críticas, sugestões e, principalmente, questionamentos sobre qual será exatamente a sua função. A informação da contratação foi divulgada pelo Twitter de Jonathan Landman, diretor-editorial suplente do Times, como não poderia deixar de ser. Nesse mundo sem papel, o e-mail distribuído à redação foi vazado e publicado pelo Nieman Journalism Lab no Google Docs.

Do site Comunique-se.

Read More

Uma boa razão para salvar a mídia de massa

Fui convidado pela MTV para levar meu blog para o portal do canal. Mandei uma contraproposta: não, quero fazer algo totalmente novo, um site colaborativo, totalmente aberto para a participação do internauta. Música, vídeo, texto, foto, ilustração, o que for. Onde não só eu, mas qualquer um possa espalhar sua opinião, contanto que com coração e conhecimento de causa. Ah, e tudo sem direitos autorais pra ninguém e com autorização para republicação em qualquer lugar, o que significa jogar esse contrato que vocês me mandaram fora. Topam?

Toparam! E 12 dias depois, o site Bis já está entre os Top Ten Blogs do portal. Estou muito feliz. De um lado, é minha modesta contribuição para a extensão da vida da mídia de massa. De outro, é um estímulo para que muita gente colabore para a evolução da mídia de massa para alguma coisa mais inteligente, honesta e sedutora.

Se a MTV está desesperadamente tentando se reinventar, a ponto de topar uma coisa tão maluca como o Bis dentro do seu portal e abraçar um projeto tão ousado como o Second Skin, uma espécie de ideosfera cercando o seu usuário, imaginem seus irmãos mais velhos na mídia de massa.

A MTV estava na ponta de lança do que era mais moderno, instantâneo e ousado nos anos 80. Mas não soube surfar na onda digital. A MTV teve a chance de ser o MySpace, o YouTube, o Facebook, de detonar em games, em animação, o cacete. Perdeu todos os bondes que interessavam.

Agora, tenta recuperar o tempo perdido. A matriz nos EUA tem mil e uma iniciativas doidas para tirar o atraso. Boa sorte. Falta combinar com os adversários, ou seja, a rapaziada, que tem muito que fazer na web sem passar nem perto da MTV. O canal é divisão da Viacom, empresa grande, forte, pesada e de sangue frio. Mas a era do gelo chegou, só sobreviverão pequenos e ágeis mamíferos que comem de tudo...

O ponto é que a mídia de massa tem que ser relevante. Tem que falar do que interessa. Não pode ficar só no frufru. Tem que ser atuante, tem que ter voz e ataque. E tem, principalmente, que ser um megafone, uma maneira de o usuário ser ouvido. E não só dos jovens adultos de classe média, alvo de 99% de todas as campanhas publicitárias, mas dos durangos e coroas também.

Para todas as outras funções, a comunicação segmentada — do blog ao canal a cabo, à FM pessoal, ao papo de botequim com os amigos — funciona melhor. Se de um lado é muito mais difícil essa abordagem emplacar no SBT, na Veja ou na Folha, na versão internet desses veículos TEM que acontecer, e já.

Se o veículo for irrelevante na internet, será irrelevante em todo o resto, e afundará por seu próprio peso. Para mim, tanto faz — não consumo nenhum deles —, mas eles podem ser úteis ainda, se bem utilizados. E é por isso que topei fazer um site para os jovens que assistem à MTV e por isso o Bis é um site colaborativo. Por isso a Tambor tem conteúdo digital em portais diversos e 100% independentes também. Entendo que ser um editor a essa altura do campeonato é para fazer coisas que a mídia de massa não faz — ainda. O que significa às vezes pegar uma carona nos ombros desses gigantões. Para poder abrir geral para quem tiver algo a dizer. Falar de música e tecnologia e futebol e do que for, sim, mas usar a oportunidade para falar do que interessa, da vida, da alma, da rua, da morte. Com texto, mas com som, com foto, com vídeo, com arte, feito por qualquer um, pela multidão.

Não é “liberou geral”, nem curadoria. É edição. De todo esse caos é preciso construir um sentido. É a missão do editor. Como ensinou Alan Moore, minha missão não é dar o que eles precisam, é dizer o que eles precisam.

Quem sabe conseguimos, juntos, inspirar todas essas grandes empresas de comunicação, e seus anunciantes, e nossos governos, e a empresa onde você trabalha neste exato momento, a ser todo mundo mais louco, mais sério, mais importante. Se não for, nós vamos aposentar essa tralha toda, porque ela não será mais necessária.

Vou falar bem alto e com todas as letras: nós ganhamos. Nós chegamos lá. Nós não precisamos mais ser contra a mídia, porque agora nós é que somos a mídia. Também não temos mais direito de reclamar da mídia malvada, claro. Os loucos tomaram o asilo. Os anunciantes precisam de nós, as grandes corporações precisam de nós. Temos que lidar com isso — o que é, francamente, bem mais fácil do que parece. A mídia de massa pode ser muito melhor do que é. Pode ser útil. É uma arma como qualquer outra. Tudo depende de para onde você a aponta. E de quem puxa o gatilho. Agora somos nós.

Fonte: Revista Meio & Mensagem - 27 de Abril de 2009 - Edição 1356

Ler outros artigos de André Forastieri
Read More

O dia em que o Google parou

Nessa quinta-feira, 14/05, uma falha mostrou a dimensão da presença do Google na vida das pessoas. Por duas horas, endereços como Youtube, Gmail, Google Analytics, Google Maps e até mesmo o site de buscas ficaram inacessíveis para uma parcela dos internautas. De acordo com explicação dada pela empresa, o problema atingiu cerca de 14% usuários da companhia. O motivo apresentado foi um erro no sistema que causou um redirecionamento do tráfego para a Ásia, criando um congestionamento na rede.

Segundo o site ZDNet, o problema atingiu alguns países como Austrália, França e China. Nos Estados Unidos a situação foi mais dramática. Imediatamente, milhares de usuários inundaram o Twitter com mensagens, tornando o assunto o mais discutido na rede social ao longo do dia. O Google também utilizou a ferramenta para se desculpar com os internautas.“O problema que afetou alguns dos serviços do Google foi resolvido. Nós nos desculpamos pelo inconveniente, e daremos mais detalhes em breve”, dizia o Twitter do Google.

Read More

Redes sociais são termômetros de tendências

A cada cinco brasileiros com acesso à internet, quatro já estão em algum grupo vitual. As empresas começam a usar as redes sociais para detecitar tendências e oportunidades. E os relacionamentos começam a mudar, como mostra a reportagem exibida neste domingo, 14/04, no Fantástico.

Read More

O futuro da comunicação

A reportagem do Jornal Nacional mostra uma realidade que já é bem próxima. Inclusive no dia-a-dia de trabalho da Ello Comunicação. Vale a pena conferir.

Read More

2º Mobile 2.0

Read More

EUA irão regulamentar blogs

Os blogs poderão ganhar um patamar de importância ainda maior dentro das estratégias dos anunciantes norte-americanos. A entidade Federal Trade Commission (FTC) está elaborando um conjunto de diretrizes que visam regulamentar as declarações e inserções a respeito de marcas e de produtos feitas pelos anunciantes e pelos próprios internautas em blogs, páginas pessoas e em demais redes sociais.

Segundo as recomendações que já vêm sendo escritas e que em breve deverão ser colocadas em prática, os anunciantes seriam responsáveis por qualquer informação ou declaração falsa a respeito de suas marcas, produtos e serviços que venham a ser postadas na internet. Os próprios blogueiros também não iriam escapar da vigilância da FTC e também poderão ser penalizados e até mesmo responder a processos pelos seus textos publicados a respeito de marcas, produtos e organizações.

Leia na íntegra
Read More

Banda larga em residências cresceu 24%

O número de usuários ativos da internet em residências aumentou para 24,8 milhões em fevereiro de 2009, segundo o IBOPE Nielsen Online. O crescimento foi de 1,4% sobre o mês de janeiro e de 12,5% sobre fevereiro de 2008. Pessoas que moram em residências em que há computador com internet somaram 38,2 milhões.Dos 24,8 milhões de usuários ativos de fevereiro de 2009, 21,5 milhões ou 87% navegaram por meio de banda larga, crescimento de 3,9% sobre janeiro de 2009 e de 24% sobre fevereiro de 2008, segundo o IBOPE Nielsen Online.


Considerando todos os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE projeta a existência de 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente. O tempo de navegação por pessoa da internet residencial caiu 10,7% em relação ao mês anterior e 1,1% na comparação com fevereiro de 2008, ficando em 22 horas e 10 minutos. Entre os países medidos com a mesma metodologia, navegaram mais que o Brasil em fevereiro o Reino Unido, com 23 horas e 29 minutos, a França, com 22 horas e 50 minutos, e a Alemanha, com 22 horas e 22 minutos por pessoa em residências.

Cresceram acima da média da internet residencial na comparação com fevereiro de 2008 as categorias Informações Corporativas (23,8%), Viagens e Turismo (19,8%), Comércio Eletrônico (17,0%), Buscadores, Portais e Comunidades (13,6%) e Entretenimento (13,6%).

Read More

Blogs e vídeos mantêm atratividade na internet

A internet altera completamente a forma de planejar a comunicação. Além do mais, as fronteiras das organizações estão em redefinição a partir de princípios de ação colaborativa nunca vistos antes. O usuário vem assumindo um papel fundamental com o poder de escolha sobre o que ver e com poder de interferir no cotidiano. Várias palestras focaram estes temas no Web Expo Fórum, realizado no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo, entre os dias 17 e 19 de março de 2009.
Read More

Mobile Marketing via Pombo Correio

Desde a antiguidade os pombos são usados como meio de comunicação. Não é surpresa então que alguma cabeça mirabolante da publicidade já tenha tido a ideia de usar as aves à favor da Comunicação Institucional ou Mercadológica. Mas, no tempo da tecnologia, a novidade são os "pombos hightec".

Isso mesmo! A agência britânica Creative Orchestra equipou pombos com GPS que podem sincronizar-se com telefones celulares. Utilizando eletromagnetismo, as aves podem sobrevoar os locais de seus "alvos". A tecnologia Byrd é do Exército dos Estados Unidos, como mostra a última edição da Meio & Mensagem On-line.
Read More

Como fazer seu vídeo se tornar viral

O consumo de vídeos na internet é um esporte de contato - a visualização inicial é somente um portal para que se possa comentar, dar notas, enviar para amigos e até remixar o conteúdo original. E o que as marcas devem fazer diante deste novo comportamento do consumidor, fazendo seus vídeos se tornarem virais e ter em mãos milhões de impressões sobre si sem custos?

Leia as dicas
Read More

Skype lança software para o iPhone

O Skype, empresa operadora de serviços telefônicos via internet do eBay, lança seu aguardado aplicativo para o iPhone, da Apple, ampliando sua investida no território das comunicações móveis. O aplicativo permite a usuários do iPhone fazer gratuitamente chamadas de Skype para Skype a partir de qualquer zona wi-fi, ligar para telefones fixos ou móveis a baixas tarifas e usar funcionalidades de mensagens instantâneas do Skype.

Entenda esta novidade
Read More

Quem paga a conta do mobile marketing?

Quem paga a conta do anúncio no celular: o anunciante, a operadora ou o próprio cliente? Esta questão se mostrou alvo de opiniões diversas, e dominou boa parte dos painéis e discussões do Mobile Marketing Forum para a América Latina, nesta semana, em São Paulo.

Leia mais sobre a polêmica
Read More

Propaganda boca a boca 2.0

O boca a boca sempre foi infalível. Nestes tempos globalizados então... Nota publicada na coluna Negócios & Cia., do Jornal O Globo do dia 20/03/09:

Read More

Previsões para o futuro das mídias

Assista ao vídeo "Prometeus", que desenha o futuro totalemnte virtual para os mercados da Comunicação e do Entretenimento:

Read More